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08/02/2010 - Com a 9 de Ronaldo, Barrichello visita Timão, mas evita pressão pela América
Ao lado dos filhos, piloto conhece o clube, e conversa com Roberto Carlos e Fenômeno. Número dele, aliás, será o mesmo do centroavante

Vestindo a camisa 9 de Ronaldo, Rubens Barrichello visitou o Corinthians nesta segunda-feira à tarde. Aguardando o início da temporada da Fórmula 1, o piloto, na companhia dos filhos Eduardo e Fernando, também alvinegros, passou pelo memorial do clube e encontrou com os jogadores na sala de musculação.

Foi difícil convencer a mãe deles a tirá-los da escola e trazê-los para cá. É legal trazer os meninos para ver os jogadores que idolatram. Eles ficaram tímidos, mas você nota a felicidade pelo sorriso. O Dudu sabe até escalar o time. Isso vem desde o bisavô deles.

Sempre sorridente, Barrichello cumprimentou todos os jogadores e conversou por alguns minutos com Ronaldo e Roberto Carlos. O Fenômeno, aliás, era companheiro dele em partidas de golfe no exterior.

- Foi uma troca de energia boa. Eles perguntam como está o carro, você pergunta como está a perna. Eu conheço o Ronaldo e o Roberto Carlos da Europa.

Corintiano declarado e fanático, Barrichello desfilou por vários países no ano passado com a camisa do Timão. Entretanto, apesar de sempre ir aos jogos do clube quando está no Brasil, ainda não conhecia o Parque São Jorge. Ao chegar à sala de musculação, se assustou com o trabalho pesado dos atletas.

- Eu nunca tinha entrado no clube. Já havia ido aos jogos, mas não ao local em que eles (jogadores) treinam. E eles treinam muito forte. Um piloto treina duas ou três horas por dia, mas eles passam disso.

Rubinho espera que a camisa 9 traga sorte. A numeração é a mesma que será usada por ele na Williams e, segundo o piloto, já lhe trouxe sorte antes de chegar à principal categoria do automobilismo mundial.

- Esse ano eu também sou o número 9, como o Ronaldo. Vamos ver se fazemos algo juntos, um RR. Já fui campeão em outras categorias com esse número.

O piloto mostrou confiança em um bom desempenho do Corinthians na Taça Libertadores. No entanto, evitou tratar o assunto como uma obrigação para não pressionar os atletas.

- O time está muito integrado. A equipe cresceu muito e os jogadores sabem da pressão pelo título. Mas é preciso tempo para as coisas acontecerem. O importante é darem tudo. Ganhar é consequência do trabalho.



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