Os vigilantes de transporte de valores do Paraná iniciaram, nesta quarta-feira (01), uma greve por tempo indeterminado. A categoria alega falta de acordo com os patrões ao negociar a convenção coletiva de trabalho. A informação é que a paralisação estaria atingindo 100% dos profissionais.
A categoria reivindica aumento real de 13% no salário; elevação no valor do ticket-alimentação de R$ 16 para R$ 22/dia; pagamento integral do plano de saúde; aumento no salário dos funcionários administrativos para R$ 714,00 com tiket-alimentação de R$ 22/dia.
No Paraná, mais de dois mil homens trabalham com os carros-fortes. Em Londrina e região este número gira em torno de 300 profissionais. Eles são responsáveis pelo transporte de dinheiro e cheques de lotéricas, bancos e estabelecimentos comerciais.
As epresas que atuam na região de Londrina são a Proforte, prosegur e Brinks, cujas sedes estão localizadas em São Paulo (SP).
A expectativa é que até as 12h haja alguma manifestação do sindicato patronal de contra-proposta. Independentemente disto, a categoria realizará uma assembléia geral no Estado, às 18h.
Devido à necessidade de reforço na segurança pública, as polícias militar e civil de Londrina já foram avisadas pelo Sindicato dos Vigilantes.
Na última sexta-feira (27) os vigilantes descartaram a greve, acatando a proposta apresentada pelas empresas através do sindicato patronal. Já os funcionários do transporte de valores decidiram aguardar até esta terça-feira (31) por uma nova proposta, o que acabou não acontecendo.